Imagem: Cartaz Divulgação

Exibição especial do filme A Serva e Missa marcam os 50 Anos de Canonização de Santa Vicenta – Santa do Cotidiano

Na tarde deste domingo (25), na Capela Maria Imaculada, em São Paulo, aconteceu uma celebração especial pelo jubileu de 50 anos da canonização de Santa Vicenta Maria López y Vicuña (22 de março de 1847 – 26 de dezembro de 1890). A missa foi presidida pelo cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo e sucedida por uma sessão especial de cinema do filme A Serva, obra distribuída em todo Brasil, em 2024, pela Kolbe Arte e disponível nos streaming Lumine TV, Claro TV, Prime Vídeo, YouTube e Apple TV.

A celebração reuniu religiosas, colaboradores, jovens e todos que se reconhecem tocados pelo testemunho de Santa Vicenta Maria.

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Santa Vicenta – A santa do cotidiano

Em 25 de maio de 1975, há 50 anos, a Igreja reconhecia como santa uma mulher que viveu com coragem e amor em tempos difíceis: Santa Vicenta Maria López y Vicuña (22 de março de 1847 – 26 de dezembro de 1890), fundadora da Congregação das Religiosas de Maria Imaculada. Sua missão? Oferecer acolhimento, formação e dignidade a jovens operárias em situação de vulnerabilidade. Hoje, meio século após sua canonização por São Paulo VI, seu legado continua mais atual do que nunca.

Essa é mais do que uma comemoração: é um convite a renovar o compromisso com a vida, com a justiça social e com o Evangelho vivido na simplicidade. Santa Vicenta Maria, com seu olhar atento às necessidades do tempo, nos mostra que a santidade é possível no cotidiano, especialmente quando colocada a serviço dos mais vulneráveis.

A Kolbe Arte, que desde sua fundação valoriza produções cinematográficas com alma, tem a alegria de fazer parte dessa história. Em março de 2024, a distribuidora lançou nos cinemas brasileiros o filme “A Serva”, dirigido por Pablo Moreno, que retrata de forma sensível e profunda a vida e a missão de Santa Vicenta Maria.

O longa entrelaça passado e presente, apresentando a história da santa por meio do testemunho de Lera, uma imigrante ucraniana presa nos dias atuais em Madrid. Ao compartilhar a trajetória de Vicenta Maria com suas companheiras de cela, Lera revela como o amor e fé são capazes de romper muros e resgatar vidas. A trilha sonora do filme conta ainda com a emocionante canção “Meninas da Cidade”, interpretada pela banda Rosa de Saron, que reforça a mensagem de esperança e dignidade para as mulheres.

A história é contada por Lera, uma imigrante ucraniana presa em Madrid nos dias atuais, que compartilha com suas companheiras de cela a trajetória de Santa Vicenta Maria. A santa, nascida em uma família nobre no século XIX, dedicou sua vida a acolher e formar mulheres em situação de vulnerabilidade, fundando a Congregação das Religiosas de Maria Imaculada. O filme trata sobre a dignidade feminina e o valor da mulher em sua característica básica que é a doação e o acolhimento, que mesmo diante de situações tão ásperas e por vezes mortais, conseguem transcender, transformando com a presença feminina o cotidiano.

Que seu exemplo continue sendo “um caminho de esperança para os jovens”, como proclama o lema do Ano Jubilar.

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