Regina Maia, com 20 anos de carreira, relata emoção ao interpretar a Santa no novo lançamento da Kolbe Arte exibido nos cinemas brasileiros de 11 a 14 de abril
A poucos dias da estreia nos cinemas, o filme “Gemma Galgani”, novo lançamento da Kolbe Arte, começa a chamar atenção também pelos bastidores da dublagem no Brasil.
Responsável por dar voz à própria Santa na versão brasileira, a dubladora Regina Maria Maia, do Rio de Janeiro, viveu uma experiência marcada pela emoção e por uma forte conexão pessoal com a história.
“Foi uma felicidade, um orgulho e também uma grande bênção dublar a Santa Gemma. Eu realmente me senti escolhida”, afirma.

Com 20 anos de carreira, Regina Maia construiu uma trajetória artística que começou na dança. Bailarina profissional formada pela Escola de Dança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, integrou o Corpo de Baile do Teatro, participou de companhias no Brasil e no exterior e também atuou com a Walt Disney Company. Foi nesse percurso artístico que surgiu o interesse pela dublagem.
“Foi nesse caminho artístico que eu acabei me interessando pela dublagem e migrando para essa profissão tão linda. E tive uma influência em casa: meu irmão, Philippe Maia, já era dublador”, conta.
A experiência em Gemma Galgani ganhou ainda mais significado por uma coincidência pessoal que marcou a atriz.
“Eu sou de origem italiana, sofro de enxaqueca e descobri que a Santa Gemma é considerada protetora das pessoas que sofrem de dores de cabeça. Isso tornou tudo ainda mais especial para mim”, relata.
Ao longo da carreira, Regina Maia deu voz a personagens marcantes em diferentes produções, como Kali, em Stranger Things, a policial Eva Imani, em Chicago P.D., a Jéssica Cruz, a Lanterna Verde em DC Super Hero Girls, Mary no filme Pecadores, Régia, também conhecida como Samantha Arias, em Supergirl, e Nádia na novela O Que a Vida Me Roubou.
“Cada personagem tem um universo diferente. Isso é uma das coisas mais bonitas da dublagem: a gente pode viver muitas histórias e muitas vidas através das vozes”, afirma.
Durante o processo de dublagem, uma cena em especial marcou profundamente a atriz.
“A cena que mais me marcou foi a do falecimento dela. Foi um momento muito forte. Quando eu estava dublando, me emocionei de verdade, fiquei com lágrimas nos olhos. É uma cena de muita entrega, de união com Deus”, revela.
Gravado no IAB – Instituto Artístico Brasileiro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o trabalho de dublagem reforça o cuidado da Kolbe Arte em cada etapa da produção.
“Nosso cuidado está em cada detalhe, inclusive na escolha das vozes que dão vida à história no Brasil. Buscamos profissionais que consigam transmitir a profundidade espiritual dos personagens, e a Regina Maia trouxe exatamente essa sensibilidade para a Santa Gemma”, afirma Angela Moraes, fundadora e CEO da Kolbe Arte.
O filme será exibido nos cinemas brasileiros entre os dias 11 e 14 de abril.
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